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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

França emite aviso sobre alto risco de atentado terrorista no Reino Unido




Europa vive tensão desde o meio de setembro, quando governos alertaram para aumento de ameaça


PARIS - O Ministério de Exteriores da França emitiu nesta quarta-feira, 6, um aviso para turistas sobre o alto risco de ocorrerem atentados terroristas no Reino Unido.

A mensagem, publicada no site do Ministério, informa que as autoridades britânicas acreditam que "o risco de um ataque é bastante alto" e recomenda que os cidadãos franceses que planejam ou vão viajar para o território britânico tenham "extrema atenção com o transporte público e com locais turísticos de grande circulação de pessoas".

A França e outros países europeus elevaram seus alertas de ataques terroristas em meio ao que foi descrito como um aumento do risco de atentados.

Nesta semana, o Ministério de Exteriores do Reino Unido emitiu um alerta parecido para quem fosse viajar para a França e para a Alemanha. O Departamento de Estado dos EUA avisou os americanos que vivem na Europa ou viajarão para o continente que tomem maiores precauções com sua segurança pessoal.

No fim de setembro, a Alemanha anunciou que a organização terrorista Al-Qaeda plenajava ataques terroristas simultâneos em Paris, Londres e Berlim. O plano seria real e estaria ativo, mas sua execução não seria iminente.

A advertência foi feita após a revelação de que extremistas pretendiam voltar a atacar a Europa e os EUA, em uma estratégia semelhante à adotada na Índia em novembro de 2008. A fonte da informação sobre o plano terrorista seria o alemão Ahmed Siddiqui, 36 anos, um extremista do Movimento Islâmico do Usbequistão (MIU) preso em Cabul, no Afeganistão, e hoje detido na Base de Bagram, controlada pelos EUA.



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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Debate sobre identidade nacional oculta ódio a imigrante na Europa



Crise econômica acirra aversão a estrangeiros e alimenta nacionalimo de extrema direita

Em meio à pior recessão dos últimos 70 anos e o constante debate sobre a imigração, a Europa busca uma identidade comum para todo o continente. O tema tem motivado polêmica em países como França, Suíça e Áustria. Defensores de direitos humanos acusam partidos de direita de usar a discussão para criar medo e ganhar votos.

Nos últimos meses, o número de propostas para defender identidades nacionais na Europa explodiu em vários países. Na Itália, restaurantes de comidas étnicas passaram a ser limitados, por iniciativa da Liga Norte, que integra a coalizão do premiê Silvio Berlusconi.

Na França, parlamentares propuseram a proibição de bandeiras de países estrangeiros em atos oficiais - além da meta francesa de banir burcas e véus islâmicos. O presidente Nicolas Sarkozy, neto de estrangeiros, abriu um debate nacional sobre o significado de ser francês. As estatísticas no país são claras: 25% da população têm avós vindos das ex-colônias do norte da África.

A maioria desses imigrantes vive nas periferias das grandes cidades e eles são os primeiros a serem afetados pelo desemprego e corte de gastos sociais, o que leva muitos deles a integrar movimentos radicais.
  • Ataques
A líder dos socialistas, Martine Aubry, acusou o governo de estar promovendo uma divisão perigosa na sociedade. "O que o governo quer é que ou você ame a França ou a abandone. Mas a França que amamos é a França que dizemos: se você ama a França, ajude a construí-la conosco", afirmou Martine.

Para o Centro Nacional Francês para a Pesquisa Científica, a Europa está em uma encruzilhada. Oficialmente, a União Europeia é o maior símbolo da diversidade, com 23 línguas oficiais e medidas de defesa da diversidade. Mas nem o modelo britânico de multiculturalismo nem o modelo francês de promover uma assimilação secular deram o resultado esperado.

Em algumas prisões da Europa, como em Genebra, quase metade dos detentos é muçulmana. Mais de 70% são estrangeiros. Em todo o continente, dados oficiais apontam que os muçulmanos chegariam a 15 milhões. Sem um projeto de integração e o aumento da tensão, quem ganha espaço são os partidos de direita que prometem soluções radicais.

Nos primeiros meses da crise econômica, a Itália sugeriu fechar as fronteiras aos imigrantes. Nas eleições para o Parlamento Europeu, em junho, a vitória foi dos partidos de extrema direita e de propostas anti-imigração. Na Suíça, a decisão da população foi a de aprovar em plebiscito a proibição a construção de novos minaretes no país.

Um estudo realizado pelo Open Society Institute, publicado há poucas semanas, mostrou que o desemprego entre os muçulmanos é três vezes maior do que a média da população europeia.
  • CRIMINALIZAÇÃO
No entanto, a crise de identidade não se limita ao Islã. Com a abertura das fronteiras para o leste, a presença de romenos nas ruas das grandes cidades passou a ser uma realidade.

Em Genebra, flanelinhas já pedem dinheiro nos semáforos, para o assombro da população. A solução encontrada pelos suíços foi rápida: criminalizar quem mendigar, com pena de prisão.

Na Alemanha, a proposta é de se criar um "contrato de integração" para cada cidadão estrangeiro que queira entrar no país. O visto seria dado mediante um compromisso de que irão aprender a língua nacional, adotar costumes locais e não questionar as instituições.

Na Grã-Bretanha, o governo já adotou o teste de cidadania e a tensão entre britânicos e estrangeiros explodiu diante da recessão. Trabalhadores de usinas entraram em greve diante da contratação de italianos, questionando a livre circulação de europeus pelo continente - um dos pilares da UE.

Na Espanha, a crise afetou, acima de tudo, os imigrantes vindos da América Latina e da Romênia. Os espanhóis, que por anos já se recusavam a trabalhar nas colheitas, voltaram aos campos diante do desemprego que atinge 4 milhões de pessoas, 18% da população. A consequência direta foi a expulsão do país dos imigrantes que trabalhavam no setor.
  • XENOFOBIA EM ALTA
França - Tenta consolidar a política de proibição de símbolos religiosos em escolas públicas. Estuda proibir bandeiras estrangeiras em eventos oficiais

Itália - Na vanguarda das medidas anti-imigrantes, estuda a proibição de restaurantes de comidas típicas estrangeiras. Promove patrulhas de cidadãos para reprimir estrangeiros

Espanha - Crise econômica global acirrou rixas entre nacionais e estrangeiros pelo mercado de trabalho

Alemanha - Quer exigir que imigrante aprenda alemão e se comprometa a não questionar instituições

Grã-Bretanha - Submete estrangeiros a testes de cidadania

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Até a proxima edição


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

"Council" oferece £500 para informantes!







Informantes recebem recompensas de até £ 500 do "Council" e "Housing Association"


O governo está oferecerendo prêmios em dinheiro de até £500 para as pessoas que "caguetarem" atividades suspeitas de seus vizinhos, como por exemplo a locação ou sublocação de casas ou apartmentos do "council".

Os ministros foram informados de que 50.000 a 200.000 habitações sociais na Inglaterra são ocupados por inquilinos não autorizados, isso causa um problema ainda maior numa altura em que as listas de espera para uma casa do governo esta "Lotada" e os projectos de habitação estagnados.

Acredita-se que 8.000 pessoas estão burlando e tirando proveito de sublocaçoes ilegais.

Por isso em uma primeira onda de investigações realizadas na semana passada, 145 autoridades locais depois de tantas denuncias criaram uma Comissão de Auditoria.

Há uma crise crescente a demanda por habitação social na Inglaterra, e que aumentou durante a recessão.

Cerca de 1,8 milhões de famílias estão na lista de espera, enquanto apenas 60.000 casas sociais foram construídas nos últimos dois anos.

Subarrendamento ilegal é um problema grave em Londres, onde a escassez de meios inescrupulosos, locatarios pode cobrar ate quatro vezes o valor que paga de aluguel do imovel cedido pela associação de habitação. (Council)

Uma associação de habitação disse ao Guardian que tinha recuperado uma de suas propriedades de Londres, de um inquilino que tinha feito £ 32.000 ao longo de três anos a partir de subarrendamento ilícito. Durante esse período ele estava morando na França, em uma casa que tinha comprado. Esta associação está actualmente a investigar 56 casos suspeitos de ocupação ilegal.

Estima-se que um em cada 20 casas do governo são adquiridos ilegalmente ou sublocação em Londres e arredores. Os números mostram que uma em nove famílias em Londres estão na lista de espera de uma habitação, enquanto quase 13.000 famílias na capital são classificadas como sem-teto.

John Healey, o ministro da habitação, disse ontem à noite: "Não podemos permitir que fraudadores adquiram casas do "Council" sem ter a necessidade comprovada e ainda usar de ma fe alugando a terceiros"

A repressão será difícil para esses sublocatarios, que não têm direitos ou à protecção social, se uma casa é recuperada, eles poderao ser despejados em apenas sete dias.

Healey vai publicar esta semana pedindo novas orientações oficiais de moradia para fazer rvisitas frequentes e não anunciadas a propriedades de alto risco, tais como casas em blocos de andares em procurados locais do centro da cidade, casas com dois ou mais quartos, e onde o aluguel é pago em dinheiro.

Residentes serao convidados para auditorias regulares de seus contratos de alugueis, criação de linhas directas para permitir que denúncias anônimas, e adotar uma série de medidas, incluindo tirar fotografias de novos inquilinos para manter uma base de dados electrónica.

A orientação, elaborada para os ministros e pela "Chartered Institute of Housing, solicita aos oficiais de usar" Settling-In visitas ", tradicionalmente tomadas para garantir o novo inquilino é confortável, como uma oportunidade para" detectar qualquer atividade suspeita ".

Ele também irá instar conselhos e associações de habitação para recuperar "não vazio ocupado" - conselho e associação de casas de habitação, onde os inquilinos já não vivem na propriedade, mas continuam a reivindicar o benefício da habitação lá. Os especialistas suspeitam dezenas de milhares de propriedades atualmente utilizadas mentindo desta maneira poderia ser liberado.

Ate a proxima edição,

Fasano Web Support Team

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